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Cruzeiro supera o Corinthians e se torna o quinto maior do país em sócios-torcedores.   Leave a comment

Após assegurar a conquista antecipada do tricampeonato brasileiro, o Cruzeiro ultrapassou o Corinthians e se tornou o quinto maior clube do país em número de sócios-torcedores. Na manhã desta quarta-feira (20), o clube mineiro bateu a marca dos 45 mil associados, atingindo 45.310 sócios-torcedores no Torcedômetro, o ranking diário do Movimento por um Futebol Melhor, organizado pela Ambev. Após a conquista, o clube mineiro tem rivalizado com o Flamengo em termos de novas adesões ao programa. A equipe rubro-negra também experimentou um avanço expressivo no ranking da Ambev, após se classificar para as finais da Copa do Brasil diante do Atlético-PR.

O programa, iniciado em janeiro, reúne hoje 34 agremiações de todo o país. O Corinthians recua agora pasa sexto colocado, com 44.745 sócios cadastrados. O time celeste agora está atrás do Internacional (110.160 sócios-torcedores), líder do ranking, do Grêmio (74.276), Flamengo (58.435) e Santos (53.637).
Quando o programa foi lançado, no início do ano, o time celeste tinha pouco mais de 7 mil sócios-torcedores. A diretoria do clube, reafirma que a meta é terminar o ano de 2014 com 50 mil sócios-torcedores. O programa de sócio-torcedor do Cruzeiro tem se revelado vitorioso. O clube faz questão de enfatizar junto aos seus associados que os recursos gerados pelo programa de fidelização são utilizados na formação do time. Exemplo emblemático que a diretoria costuma citar foi a contratação dos jogadores Dedé e Julio Baptista.
Os sócios-torcedores do Cruzeiro, de acordo com os registros da Ambev, foram os que mais obtiveram descontos nos produtos e serviços oferecidos pelo Movimento por um Futebol Melhor. Até novembro, embora o clube não seja o líder em número de sócios cadastrados, foram mais de R$ 2,3 milhões em descontos dados pelas dez empresas que compõem o Movimento: Ambev, Pepsico, Unilever, Danone, Seara, Bradesco, Burger King, Sky, Netshoes e Tim.
Ao todos, os mais de 644 mil sócios-torcedores dos 34 clubes que integram o Movimento já tiveram cerca de R$ 11 milhões em descontos. O desconto médio é de R$ 33 mensais, o que chega a superar o valor médio da mensalidade de R$ 30 paga aos clubes pelos seus sócios.

http://www.lancenet.com.br/brasileirao/Ambev-Cru
zeiro-Corinthians-Ranking-Movimento_Por_um_Futebol_Melhor-Torcedometro_0_1033096742.html

Media de publico

Gráfico mostrando media de publico onde a torcida celeste supera não só o Corinthians como todos os outros time Brasileiros.

Levando em conta o numero de abitantes de SP e Minas (43 milhões contra 20) fica claro que a torcida celeste é a mais presente e fanática do Brasil, se o Cruzeiro fosse um time paulista seria líder absoluto.

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Publicado 21 de novembro de 2013 por cruze1ro em HISTORIA

Che Guevara não representa meu time.   Leave a comment

A muito venho acompanhando certos seguimentos da torcida do Cruzeiro levantando a bandeira desse assassino romantizado pela historia contada e distorcida por professores radicais , um ato de ingenuidade da juventude, e de alguns que aderem facilmente a modinhas de camisetas estampadas.

Dedo Duro , traidor , assassino que não tomava banho , alem de não gostar de mexicanos e negros , é esta a figura desprezível que não tem nenhuma ligação com o Brasil que os bobalhões que se dizem Cruzeirenses insistem em divulgar , simplesmente  porque é “cool” .

Em seus julgamentos prévios que culminavam com a execução de inocentes no paredão, Che simplesmente alegava dizendo  “Ele vestia o uniforme azul de Batista”, mais uma ironia para esses que se dizem Cruzeirenses, mas que na verdade são oportunistas alienados.

Aqui vai um video e algumas matérias.

Che Guevara e meu time não

Santo Che Guevara – Carlos Sabino

Confira mais em Artigos.Por Carlos Sabino.
Tradução: Ernane Garcia.Infolatam.
Guatemala, 8 de outubro 2007.Carlos_Sabino

Ele é lembrado como um mártir, generoso, incorruptível, cheio de amor pela humanidade, especialmente pelos mais pobres e mais oprimidos. Rodeado agora da auréola da santidade – uma santidade laica, é claro – como um personagem nobre e idealista, que lutou por uma utopia que propunha a criação de um novo homem, revolucionário e altruísta. Seu fim trágico é sempre recordado, assassinado quando havia se rendido, depois de fracassar em uma experiência guerrilheira que o levou até as selvas bolivianas à frente de um punhado de homens. Glorificado hoje, quarenta anos após sua morte, transformado em um mito que apela aos sentimentos mais puros da juventude.Assim ocorre porque o Che, e a estranha parábola de sua vida, oferecem o material propício para construir, em torno dele, a imagem mítica que os seres humanos sempre queremos tecer em nossos sonhos, porque ela parece apelar a certos valores que se apresentam como puros, superiores, próprios de um humanismo não contaminado. Mas a verdade, sabemos bem, pouco tem a ver com a sua suposta santidade ou com esta imagem idealizada pelo tempo.

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O Che nunca alcançou o poder supremo e, por isso, pode ser mais facilmente canonizado do que outras figuras que se converteram em escravizadores despóticos de povos inteiros: Mao, Lênin, Ho Chi Minh ou Tito, por exemplo.

Mas Ernesto era sem dúvida um deles, um revolucionário disposto a tudo para impor sua visão de mundo, não por convencimento, sim por meio da violência mais encarniçada, desejoso de criar ditaduras totalitárias nas quais o ser humano perde todo vestígio de liberdade. Morreu em uma encruzilhada trágica, não cabe dúvida, no entanto sucumbiu quando tratava de levantar em armas um povo que queria viver em paz, quando tratou de subverter a ordem de um país que não o havia chamado, quando sua aventura fracassou do modo mais estrondoso ante a indiferença ou o profundo rechaço dos mesmos camponeses os quais queria incorporar à sua guerra santa.

Sim, é certo que se moveu pelas idéias às quais entregou sua vida e que não se deteve ante qualquer sacrifício. Mas não se pode esquecer que pelo caminho não teve a menor piedade daqueles que se opuseram à sua cruzada violenta e que não hesitou em matá-los, com as próprias mãos, quando teve oportunidade, os quais julgou como burgueses ou contra-revolucionários, escórias de um mundo que queria destruir pela raiz.

Sua dureza e paixão sem limites por essa utopia, à qual queria arrastar os demais, parecem-me mais as atitudes de um fanático ou de um inquisidor do que as de um santo ou um modelo de humanismo. Seu martírio não foi o daqueles que enfrentraram os leões do coliseu romano de mãos vazias, sim o do portador de uma metralhadora que queria levar uma guerra implacável a todo um continente. Che Guevara queria muitos Vietnãs, porque não lhe bastavam os milhares de mortos que a guerra na Indochina produziu.

E, por último, algumas perguntas sobre o seu trágico fim: Valia mais a vida de Che Guevara do que a desses jovens soldados indígenas que morreram por culpa de sua aventura descabida? Por que não se lembrar também deles, de todos os cubanos e congoleses que tiveram o infortúnio de deparar-se com a dura realidade que as suas ilusões utópicas provocavam?

Disponível em: http://www.infolatam.com/2007/10/08/san-che-guevara/

Também em: http://verdaderoche.blogspot.com/2007/10/san-che-guevara.html

Carlos Sabino é sociólogo (UBA) e Doutor em Ciências Sociais (Universidad Central de Venezuela). Foi professor visitante no Center for Study of Public Choice de la George Mason University, nos Estados Unidos. Atualmente é professor da Universidad Francisco Marroquín, na Guatemala, e é membro do Center of Global Prosperity. É autor de vários livros, entre eles “El fracaso del intervencionismo: Apertura y libre mercado en América Latina”. Nasceu em Buenos Aires, no bairro Flores, em julho de 1944.

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O mito Che Guevara – Rodrigo Constantino

Por Rodrigo Constantino.
O GLOBO. 14/06/2011.Confira mais em Artigos.
“Amo a humanidade; o que não suporto são as pessoas”. (Charles Schultz)Estivesse vivo, Ernesto “Che” Guevara completaria hoje 83 anos de idade. O guerrilheiro tornou-se ícone das esquerdas, e é visto como um idealista disposto a dar a vida pela causa. Adorado em Hollywood e Paris, Che foi eternizado pela foto tirada por Korda, que virou estampa de camisetas e biquínis. A ironia do destino transformou o comunista em lucrativa marca de negócios.Mas, como alertou Nietzsche, a morte dos mártires pode ser uma desgraça, pois seduz e prejudica a verdade. Pouca gente sabe quem Che foi de fato. Se soubessem, talvez sentissem vergonha de defendê-lo com tanta paixão. Seus fãs deveriam ler “O verdadeiro Che Guevara”, de Humberto Fontova, e ver o documentário “Guevara: anatomia de um mito”, de Pedro Corzo. É impossível ficar indiferente diante de tantos relatos sombrios das vítimas de Che.Nem deveria ser preciso mergulhar mais fundo nos fatos. Basta pensar que Che foi um grande colaborador da revolução cubana, que instaurou a mais longa ditadura do continente, espalhando um rastro de morte, miséria e escravidão na ilha caribenha. Mas uma pesquisa minuciosa gera ainda mais revolta. Aquele que gostaria de criar na América Latina “muitos Vietnãs” era mesmo um ser humano deplorável.A cegueira ideológica alimentada pela hipocrisia prejudica uma análise mais isenta dos fatos. Não é preciso muito esforço para verificar que Che Guevara era justamente o oposto do santo que tentam criar. O homem sensível de “Diários de motocicleta” era o mesmo que declarou que “um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar movida apenas pelo ódio”. Se ao menos os cineastas engajados tivessem lido o diário completo!Até mesmo as supostas cultura e erudição de Che foram enaltecidas por intelectuais como Sartre. A realidade, uma vez mais, parece menos nobre: um dos primeiros atos oficiais de Che após entrar em Havana foi uma gigantesca queima de livros. Além disso, Che assinou as sentenças de morte de muitos escritores cujo único “crime” fora discordar do regime. Quanta paixão pela cultura!

As estimativas apontam para algo como 14 mil execuções sumárias na primeira década da revolução, sem nada sequer parecido com um processo judicial. Dezenas de milhares de cubanos morreram tentando fugir do “paraíso” comunista. Cuba tinha uma das maiores rendas per capita da região em 1958, e teve sua economia destroçada pelas medidas coletivistas do ministro Che. Nada disso impediu a revista “Time” de louvá-lo como um herói, ao lado de Madre Teresa de Calcutá.

Roqueiros como Santana gostam de associar sua imagem à de Che. Será que ainda o fariam se soubessem que sua primeira ordem oficial ao tomar a cidade de Santa Clara foi banir a bebida, o jogo e os bailes como “frivolidades burguesas”? O próprio neto de Che, Canek Sánchez Guevara, não escapou da perseguição. O guitarrista sofreu nas garras do regime policialesco que seu avô ajudou a criar, e preferiu fugir de Cuba. Homossexuais também foram vítimas de perseguição e acabaram em campos de trabalho forçado. Quanta compaixão!

Sobre a imagem de desapegado de bens materiais, a vida de Che também prova o contrário. Após a revolução, ele escolheu como residência a maior mansão cubana, em Tarara, uma casa à beira-mar com amplo conforto e luxo. A casa fora expropriada de um rico empresário. Além disso, quando Che foi morto na Bolívia ele ostentava um Rolex no pulso. Parece que nem os guerrilheiros resistem às tentações capitalistas.

Aqueles que conseguiram fugir do inferno cubano e não precisam mais temer a represália do regime relatam fatos impressionantes sobre a frieza de Che. Foram centenas de execuções assinadas em poucos meses, e Che gostava de assisti-las de sua janela. Em algumas ele pessoalmente puxou o gatilho. Ao que tudo indica, Che parecia deleitar-se com a carnificina. Até mulheres grávidas foram executadas no paredão comandado por Che. Nada disso consta nas biografias escritas por aqueles que utilizam o próprio Fidel Castro como fonte. Algo como falar de Hitler usando apenas os relatos de Goebbels.

A ignorância acerca destes fatos explica parte da idolatria a Che Guevara. Mas, como lembra Fontova, “engodo e muita fantasia também o explicam, tudo alimentado de um antiamericanismo implícito ou explícito”. Che, assim como Fidel, desafiou o “império” ianque, e isso basta para ser reverenciado por idiotas úteis da esquerda. Que ele tenha sido uma máquina assassina, isso é um detalhe insignificante para alguns.

Disponível em: http://oglobo.globo.com/pais/moreno/posts/2011/06/14/o-mito-che-guevara-386335.asp

Também em: http://rodrigoconstantino.blogspot.com/2011/06/o-mito-che-guevara.html

Confira na Videoteca: Rodrigo Constantino fala sobre Che Guevara em vídeo:

Em homenagem ao aniversário de Ernesto “Che” Guevara de la Serna, 14 de junho de 2011, data em que o ícone esquerdista completaria 83 anos de idade, Rodrigo Constantino recomenda a leitura do livro do cientista político e jornalista cubano-americano, Humberto Fontova: O verdadeiro Che Guevara: e os idiotas úteis que o idolatram, editora É Realizações, 2009. O livro acompanha o excelente documentário de Pedro Corzo, “Che Guevara: Anatomia de um mito”.

Rodrigo Constantino é formado em Economia pela PUC-RJ, e tem MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha no setor financeiro desde 1997. É autor de cinco livros: “Prisioneiros da Liberdade”, “Estrela Cadente: As Contradições e Trapalhadas do PT”, “Egoísmo Racional: O Individualismo de Ayn Rand” ,”Uma Luz na Escuridão” e “Economia do Indivíduo: O Legado da Escola Austríaca”. É colunista da revista Voto, do caderno Eu&Investimentos do jornal Valor Econômico, do jornal O Globo e do site OrdemLivre.org. É membro-fundador do Instituto Millenium e diretor do Instituto Liberal. Foi o vencedor do Prêmio Libertas em 2009, no XXII Fórum da Liberdade.

Leia mais.   http://overdadeirocheguevara.blogspot.com.br/

Publicado 27 de agosto de 2013 por cruze1ro em HISTORIA

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Ranking dos torneios internacionais.   Leave a comment

torneios-internacionais

 

 

http://esporte.uol.com.br/infograficos/2013/07/25/ranking-dos-torneios-internacionais.htm

Publicado 30 de julho de 2013 por cruze1ro em HISTORIA

Quem disse que mulher não entende de futebol?   Leave a comment

O público feminino, felizmente, vem crescendo nos estádios e também em frente às telas dos televisores. É um segmento gigantesco, ainda muito pouco explorado por nossos clubes, a começar pelas péssimas condições de higiene, limpeza e conforto de nossos estádios, algo que, em parte, mudará a partir de 2014.

Considerando os dados do IBGE de 2010, do total de 192,4 milhões de brasileiros 51% são mulheres, ou 98,2 milhões em números absolutos. Desse total, nada menos que 67,6 milhões declararam-se torcedoras de algum time de futebol. Esse é o tamanho do universo a ser descoberto e trabalhado pelos clubes. Somente os vinte clubes que fazem parte dessa lista respondem por 59,9 milhões de mulheres.

Esses dados foram levantados e analisados pela Pluri Consultoria, a partir de sua pesquisa realizada em janeiro desse ano, em 144 cidades brasileiras, em 23 unidades da federação, com um total de 10.545 entrevistas.

Ranking de torcidas femininas

Fonte:

http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/category/pesquisas/

Publicado 5 de dezembro de 2012 por cruze1ro em HISTORIA

Professores 5, estudantes 0   Leave a comment

Publicado 18 de fevereiro de 2011 por cruze1ro em HISTORIA

Quarto melhor time da década de 2000 na América do Sul.   Leave a comment

O Cruzeiro foi eleito o quarto melhor time da América do Sul na década de 2000, segundo a Federação Internacional de História e Estatística do futebol (IFFHS), órgão reconhecido pela Fifa, que divulgou o ranking nesta segunda-feira. No Brasil, o clube estrelado só ficou atrás do São Paulo, que ocupa a segunda colocação.

O título de melhor time da década de 2000 coube ao Boca Juniors, da Argentina. Na terceira colocação vem o River Plate, também da Argentina e no quinto lugar aparece o Santos.

A lista dos melhores da década chegou a ser divulgada em novembro do ano passado e foi atualizada definitivamente nesta segunda-feira, com os jogos finais dos campeonatos nacionais e do Mundial de Clubes até 31 de dezembro de 2010.

Critério de regularidade

Embora não tenha conquistado nenhum título sul-americano nesta década, o clube celeste teve boas participações em cinco Libertadores (2001, 2004, 2008, 2009 e 2010), além de ter conquistado importantes títulos nacionais, como a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro, e troféus regionais e estaduais.

Leia também:
Cruzeiro é o time com melhor aproveitamento em pontos corridos da história da Libertadores

Entre seus critérios, o ranking da IFFHS computa 14 pontos para cada vitória em jogo de Libertadores e quatro pontos para cada triunfo no Campeonato Brasileiro da Série A.

Por esse motivo, Cruzeiro e River Plate acabaram na frente de clubes como o Internacional. O Colorado só participou de três edições da Libertadores, foi bicampeão, mas foi eliminado na primeira fase da única outra edição que participou, em 2007.

Já o River Plate participou de nove das dez edições da década, angariando muitos pontos no ranking de regularidade.

23º melhor do mundo na década

Também em novembro, a IFFHS divulgou o ranking dos melhores do mundo na primeira década do século e o Cruzeiro ficou com a 23ª posição. O primeiro lugar é do Barcelona. O clube celeste é o segundo melhor brasileiro nesta lista, atrás do São Paulo, que foi apontado como 12º melhor do mundo nos últimos 10 anos.

Em 2009, a IFFHS elegeu o Cruzeiro o melhor clube brasileiro do século XX, em competições sul-americanas. No ranking mundial divulgado mês a mês pela instituição, o clube celeste figura atualmente na 14ª colocação.

Confira os 10 melhores da América do Sul na década e a pontuação de cada um:

1. Boca Juniors (ARG) 2.095,0 pontos.
2. São Paulo (BRA) 1.939,0
3. River Plate (ARG) 1.692,0
4. Cruzeiro (BRA) 1.622,0
5. Santos (BRA) 1.567,0
6. Internacional (BRA) 1.469,0
7. Nacional (URU) 1.459,5
8. San Lorenzo (ARG) 1.442,0
9. Estudiantes de La Plata (ARG) 1.370,0
10. Vélez Sarsfield (ARG) 1.367,0

Confira os outros brasileiros da lista de melhores da década:

11. Grêmio
12. Flamengo
14. Corinthians
16. Fluminense
20. Palmeiras
27. Atlético-PR
31. Goiás
35. Vasco
42. Atlético
51. Botafogo
54. São Caetano
67. Coritiba
70. Vitória e Figueirense

Fonte: SuperSportes.com.br

 

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Cruzeiro é eleito quarto melhor time da América na década

O Cruzeiro segue justificando seu apelido de “La Bestia Negra” pela América do Sul. O time mineiro foi eleito o quarto melhor time do continente na década de 2000, segundo ranking da Federação Internacional de História e Estatística do futebol (IFFHS) divulgado nesta segunda-feira. Entre os brasileiros, o clube celeste ficou atrás apenas do São Paulo, que ficou em segundo lugar.

A lista oficial já havia sido divulgada em novembro do ano passado, mas foi atualizada hoje com os resultados dos torneios do final do ano passado, como, por exemplo, o Mundial de clubes.

O curioso é que o time cruzeirense não conquistou nenhum título internacional de expressão na década passada. Em compensação, o clube mineiro teve presença constante na Libertadores  (2001, 2004, 2008, 2009 e 2010), sempre passando da primeira fase. Destaque para 2009, quando os comandados de Adilson Batista ficaram com o vice-campeonato da principal competição do continente.

 

http://esporte.ig.com.br//cruzeiro+e+eleito+quarto+melhor+time+da+america+na+decada/n1237991590224.html

O Boca Juniors (ARG) foi o primeiro da lista, com 2.095 pontos, seguido por São Paulo, com 1.939, e River Plate (ARG), com 1.692. O Cruzeiro terminou a década com 1.622 pontos.

 

Publicado 8 de fevereiro de 2011 por cruze1ro em HISTORIA

SUPER COPA LIBERTADORES   Leave a comment

SUPER COPA LIBERTADORES – Conheçam

Outro dia naquele fim de mundo chamado Orkut vi um torcedor colorado falando um monte de merda. Logo o torcedor do Inter que o Cruzeirense tanto respeita.

Em meio suas besteiras contra outros clubes como SP e Corinthians sobrou pra Raposa quando um São-paulino pos na mesa a Super Copa da Libertadores, onde o este torcedor colorado fez pouco das duas conquistas celestes simplesmente porque a competição não existe mais.

Quer dizer então que se amanha a atual libertadores deixar de existir as duas conquistas do Inter também deixarão de existir senhor Macaco? E melhor o torcedor do Inter baixar a bolinha que esta meio alta depois do bi das Américas e deixar a Raposa em paz, Cruzeiro Esporte Clube que escreveu uma historia de glorias tão grande quanto qualquer clube grande do Brasil, e com um grande detalhe, o Cruzeiro ainda nem esta perto de ser centenário.

Atletas deram sangue e suor neste campeonato assim como nas atuais competições, e deveriam ter o mínimo de respeito.

Foram duas grandes conquistas que na época era motivo de orgulho e não deve deixar de ser porque alguém resolveu botar o fim na competição.

Foram duas glorias que levou a china cantar nos estádios o refrão: “”Não tem paulistaaa, nem cariocaaa, é o Cruzeiro campeão da Supercopa!!”

A Supercopa Libertadores foi disputada entre 1988 e 1997, tendo um total de 10 edições! A competição contava sempre com a participação de TODOS os campeões da libertadores até então, o que significa que o número de times competidores as vezes aumentava a medida que novos campeões da Libertadores surgiam. O torneio era todo no formato mata-mata, constituído de oitavas-de-finais, quartas-de-finais, semifinais e finais… todas com jogos de ida e volta.Somente na última edição do torneio o formato foi alterado, e uma fase de grupos foi inserida na competição, devido ao número de clubes participantes.

Em sua primeira edição, a competição contava com 14 times: Santos, Cruzeiro, Flamengo e Grêmio representando o Brasil. Boca Juniors, River Plate, Independiente, Estudiantes, Racing e Argentinos Juniors representando a Argentina. Nacional e Peñarol representando o Uruguai. E o Olimpia representando o Paraguai. Nas edições seguintes da competição, outras grandes forças do futebol sul-americano sagraram-se campeãs da Libertadores, ganhando o direito de participar da Supercopa Libertadores, que foram: São Paulo, Velez Sarsfield, Colo colo, Atlético nacional e Vasco (que ganhou o direito de participar por ter sido o 1º campeão de torneios oficiais da comembol, em 1948)

O Racing club foi o primeiro campeão da competição, derrotando o Cruzeiro na final de 1988.

– No ano seguinte, o Boca Juniors sagrou-se campeão nos pênaltis, na final contra o Independiente(que jogo!).

– Em 1990 foi a vez do Olimpia do Paraguai ser campeão na final contra o Nacional do Uruguai.

– Na edição de 1991, o Cruzeiro levantou o caneco vencendo o River Plate na final.

– O Cruzeiro chegou ao bicampeonato em 1992, goleando o Racing por 4 a 0 em BH, e com o insuficiente 1 a 0 no jogo de volta.

– Em 1993 o SPFC levou o caneco derrotando o Flamengo nos pênaltis, após 2 empates em 2 a 2.

– Em 1994 mais uma final entre Independiente e Boca, mas desta vez o título foi para o Independiente.

– Em 1995 o Independiente chegou ao bicampeonato derrotando o Flamengo na final.

– Em 1996 foi a vez do novato Velez Sarsfield venceu os 2 jogos da final contra o Cruzeiro, e levou o título.

– Na última edição do torneio, o River Plate sagrou-se campeão na final contra o SPFC!!

Melhor competição internacional fora a Libertadores.

Só times campeões da Libertadores, todos os jogos eram mais difíceis.

Depois disso nenhum torneio continental fora a Libertadores se firmou.

Publicado 4 de outubro de 2010 por cruze1ro em HISTORIA